A Agroceres PIC conclui, nesta semana, uma etapa estratégica do povoamento da nova granja da Colonias Unidas, no Paraguai. O embarque do último lote, composto por 1.700 fêmeas de alto valor genético, marca o fechamento da primeira fase de alojamento da unidade, uma estrutura concebida dentro de modernos padrões de produção, biossegurança e bem-estar animal.
Com o novo lote, a granja completa 3.200 fêmeas alojadas e foi projetada para alcançar 7.500 fêmeas em curto prazo. A expansão será realizada por meio de autorreposição, em sistema de rebanho fechado, modelo que reduz a necessidade de entrada de novos animais e contribui para maior controle sanitário do plantel. Quando concluída, a ampliação da nova unidade completará o projeto de crescimento da Colonias Unidas, que pretende alcançar 13,5 mil matrizes nos próximos anos.

A intenção da cooperativa é duplicar a capacidade de sua nova unidade no futuro, chegando a 15 mil fêmeas, elevando seu plantel total para 21 mil fêmeas em produção, consolidando uma das operações mais relevantes da suinocultura paraguaia.
O projeto reforça a parceria entre Agroceres PIC e Colonias Unidas. Além do fornecimento de animais de alto valor genético, a Agroceres PIC apoiou o empreendimento com um conjunto integrado de serviços técnicos, envolvendo reprodução, crescimento e terminação, biossegurança e suporte à concepção construtiva da unidade.
A cooperativa paraguaia já possui uma granja de 6 mil fêmeas com genética materna e paterna Agroceres PIC e avança agora em uma nova fase de expansão, com foco em escala, eficiência produtiva, biossegurança e competitividade.
“A nova unidade foi concebida para combinar escala, eficiência produtiva, biossegurança e bem-estar animal. A Agroceres PIC participou tecnicamente desde as primeiras definições do projeto, apoiando decisões relacionadas à estrutura, ao dimensionamento produtivo e à operação do sistema de ambiência”, explica Maurício Rigon Bonfanti, da equipe Comercial da Agroceres PIC.
Alto status sanitário
Um dos diferenciais do povoamento é o alto status sanitário dos animais. As fêmeas fornecidas pela Agroceres PIC são livres de Mycoplasma e APP, condição considerada estratégica para a formação de plantéis de alto desempenho e para a manutenção de um ambiente produtivo sanitariamente protegido.
Esse mesmo padrão já havia sido adotado na primeira granja da Colonias Unidas, que mantém o status sanitário desde o povoamento inicial. Na nova unidade, a estratégia se repete, reforçando a importância da genética associada a programas rigorosos de biossegurança e monitoramento. A atuação técnica integrada da Agroceres PIC também contribuiu para sustentar esse padrão sanitário ao longo da implantação e da operação do sistema produtivo.
Expansão por autorreposição
A granja irá operar como Granja Núcleo Filial de Rebanho Fechado, com utilização do sistema de monitoramento genético para produção fechada AGPIC Plus. O programa permite a autorreposição do plantel por meio do uso de sêmen de reprodutores AGPIC 337 de alto valor genético, fornecido pela Unidade de Disseminação Genética da própria Colonias Unidas, assim como acontece na primeira granja.
Com esse modelo, a expansão da granja até 7.500 fêmeas será realizada internamente, reduzindo o risco de introdução de agentes infecciosos e assegurando progresso genético ao longo do tempo. A estratégia também contribui para maior previsibilidade produtiva e para a consolidação de um sistema de produção mais eficiente e tecnicamente controlado.
“Esse projeto representa um avanço importante na atuação da Agroceres PIC no Paraguai, mercado que vem ampliando sua produção suinícola e demandando estruturas cada vez mais modernas, tecnificadas e alinhadas aos padrões internacionais de eficiência e sanidade”, observa Maurício. “Mais do que uma entrega genética, trata-se de uma parceria técnica ampla, construída com a participação de diferentes áreas e profissionais da Agroceres PIC para apoiar um empreendimento estratégico para a suinocultura paraguaia”, conclui.



